PME MAGAZINE – FEVEREIRO 2020 | “PORTUGAL 2020: O CAMINHO FAZ-SE DE COMPETITIVIDADE E PRODUTIVIDADE”

06 Mar, 2020

Nos últimos anos, muito se falou acerca daquilo que seriam as empresas em Portugal em 2020, a necessidade de definir e implementar a melhor estratégia, ou a mais adequada, para fazer face aos desafios de um mercado e de uma economia cada vez mais global, de modo a garantir a chegada à nova década com capacidade suficiente para olhar em frente.

Aqui chegados, a verdade é que ainda há muito para fazer para tornar Portugal e as suas empresas, sejam elas de grande, pequena ou média dimensão, cada vez mais competitivas.

Ter uma economia competitiva continua a ser uma das principais prioridades políticas da União Europeia (UE), que considera que a competitividade de um país ou empresa depende da sua capacidade para colocar no mercado produtos e/ou serviços que respondam aos padrões de qualidade dos mercados locais e mundiais a preços competitivos e proporcionem rendimentos face aos recursos utilizados ou consumidos na sua produção. Esta definição traduz-se numa maior competitividade global que coloca desafios cada vez maiores às empresas e aos seus profissionais, e que exige destes uma visão abrangente do mercado, uma aposta na globalização, na transformação dos processos, na inovação, numa maior flexibilidade e criatividade, e, acima de tudo, na melhoria contínua.

No último relatório apresentado pelo Fórum Económico Mundial, Portugal manteve-se, em 2019, na 34.ª posição do ranking mundial de competitividade, resultado que, segundo esse mesmo estudo, ficou a dever-se a alterações na metodologia utilizada. O ranking, produzido pelo World Economic Forum desde 1979, mede a capacidade dos países para competirem com outras economias. A sua metodologia foi revista no ano passado para incluir a economia 4.0, de forma a incluir a nova geração digital. Perante este resultado, dado que mantivemos a posição anterior no mesmo ranking, a pergunta que se impõe é a seguinte: como alavancar a competitividade das empresas e, consequentemente, da economia do país? A resposta não é fácil, nem tem uma receita única, mas a verdade é que a competitividade empresarial é, ao mesmo tempo, a grande motivadora para a geração de novos negócios, para a inovação e o alicerce do crescimento do tecido socioeconómico.

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ESPEREMOS QUE TENHA UMA BOA LEITURA.